"Please don't think of us as an 'indie band' as it was never meant to be a genre, and anyway we are far too outward looking for that sad tag." - Stephen Pastel
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terça-feira, 19 de junho de 2012

Good cover versions #66












SEAPONY _ "Just Like Honey" [www.JustLikeHoney.co.uk, 2012]
[Original: The Jesus and Mary Chain (1985)]



Oriundos de Seattle, os Seapony poucas ou nenhumas familiaridades têm com as bandas que, há coisa de vinte anos, puseram a cidade do noroeste dos states no mapa rock. No cenário actual, também não são os mais óbvios devotos dos Jesus and Mary Chain, muito embora uma moderada dose de fuzz na sua pop sonhadora e melodiosa denuncie uma pequena dívida à banda dos manos Reid. Mas nada que os impedisse de serem convidados a participar numa compilação solidária de venda on-line, juntamente com outras dez bandas substancialmente mais obscuras, para a qual, e no intuito de recolher fundos para uma organização britânica de combate ao cancro da mama, todas elas gravaram uma versão de "Just Like Honey".

Fixemo-nos apenas nos Seapony, que arrebatam a melhor das versões do conjunto. Sem constituir um corte radical com o original, contrapõe uma inocência açucarada ao erotismo dissimulado do original. Pelo tom imaculado, uma boa parte da responsabilidade cabe ao tom de menina de Jen Weidl, que decerto ouviu atentamente as "madrinhas" twee. À distorção contida do original, os Seapony respondem com candura melodiosa, e à atmosfera narcótica contrapõem pureza juvenil. Desta abordagem descomprometida nasce uma versão que, sem augurar o nível qualitativo do original (haverá alguma?), não só o respeita como nos propicia uma diferente perspectiva. Já agora, aproveito a deixa e encaminho-vos para as restantes versões da dita compilação, algumas delas relativamente interessantes: http://justlikehoney.bandcamp.com/.

domingo, 4 de março de 2012

Good cover versions #63











THE JESUS AND MARY CHAIN _ "Surfin' USA" [Blanco y Negro, 1988]
[Original: The Beach Boys (1963)]



Os Mary Chain discípulos dos Beach Boys?! E porque não?! Se é certo e sabido que os irmãos Reid herdaram a tendência para a ruideira dos Velvet Underground, o afecto pela canção imaculada das produções de Phil Spector, e a atitude de confronto da rebelião punk, também é indesmentível a sua devoção pelas sinfonias adolescentes de Brian Wilson e seus pares. Se não por via directa, esta transferência do sol da Califórnia para as nebulosidade da Escócia terá passado pelos Ramones, também eles praticantes da canção inane e, portanto, o mais que provável elo de ligação.

Sem grande surpresa, e em pleno pico de popularidade, os irmãos Reid pegaram num dos hits iniciais das estrelas maiores da surf-pop, um contraponto à atmosfera sombria de Darklands, o álbum que estava na ordem do dia. Na empreitada nem sequer se deram ao trabalho de operar uma transformação radical. Bem pelo contrário, toda a base melódica de "Surfin' USA" é mantida com uma reverência por algo sagrado. Não deixaram, contudo, de imprimir à versão o seu cunho pessoal, bem expresso no muro de guitarras distorcidas e em algumas partes vocais com uma boa dose de alienação. Meio a sério, meio a brincar, o que é certo é que, por instantes, o sonho americano foi uma forte possibilidade...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Sowing seeds


Há 25 anos, neste mesmo mês de Novembro, o mundo conhecia aquele que acabaria por se revelar o mais influente disco deste último quarto de século. Psychocandy sucedia a quatro promissores singles, e era o corolário de que toda a verborreia arrogante dos irmãos Jim e William Reid, geralmente em concertos curtos e caóticos, era para ser levada a sério.
No fundo, a receita até parecia bastantes simples: umas pitadas do espírito libertário dos Velvet Underground, a concepção da pop segundo os girl-groups de sessentas por via dos Ramones, atitude niilista herdada do punk, tudo embalado no wall of sound de Phil Spector. Porém, os ingredientes combinados, e afogados num mar de feedback, resultam em algo absolutamente novo e revolucionário. À parte o cariz inovador, Psychocandy é também um compêndio na arte de conceber grandes canções pop, daquelas que perduram no tempo com a mesma frescura das primeiras audições. Sujo, sexy, tenso, irado, neurótico, sombrio, amargo, rebelde, melancólico, introspectivo, Psychocandy é também um mostruário de emoções em conflito. Fica para a posteridade como o pico da turbulenta carreira dos Jesus and Mary Chain (JAMC), curiosamente o único concebido enquanto banda não limitada aos manos Reid. Nesse formação militavam ainda Bobby Gillespie, líder de sempre dos Primal Scream, e Douglas Hart, hoje um realizador de videoclipes reconhecido. O kit de bateria do primeiro limitava-se a timbalão e tarola, reza a lenda que o baixo do último tinha apenas duas cordas. Com esta secção rítmica reduzida aos serviços mínimos, sobra espaço para William encher de ruído e Jim espalhar coolness.
Produzido pelos próprios JAMC com um orçamento apertado, Psychocandy acabaria por deixar um traço indelével em toda a música de propensões sónicas produzida desde então. Sem quaisquer pruridos, os Sonic Youth atribuem aos JAMC parte da responsabilidade pela viragem pop, com os resultados que se conhecem. Já os My Bloody Valentine, encontraram em Psychocandy as bases fundadoras daquilo que ficaria conhecido como shoegazing. Por fim, convém olhar indiscriminadamente para a actual América indie e detectar as sementes espalhadas pelos irmãos Reid um pouco por todo o lado. Nada mal, para mera manifestação artística de dois putos problemáticos de East Kilbride, um subúrbio cinzento e opressivo de Glasgow.

"Never Understand" [Blanco y Negro, 1985]

domingo, 3 de outubro de 2010

Boom! Boom, boom, cha!















De génio e de louco Phil Spector tem muito. Hoje mais conhecido pelos pouco dignificantes acontecimentos do passado recente, é injusto não o eleger como uma das figuras cimeiras no panteão da pop. É invenção sua a técnica de gravação que ficou conhecida como wall of sound, algo com tanto de simples como de revolucionário. Para além dos méritos na qualidade de produtor, convém não perder de vista o compositor de talento inato. Das bandas a que fica indelevelmente associado destacam-se as Ronettes, o trio feminino onde pontificava Ronnie Bennett, senhora de atributos que enfeitiçaram o então jovem Phil. Até ao desquite de ambos, foi ele o produtor exclusivo do trio e o co-autor (na companhia de Jeff Barry e Ellie Greenwich) de hits em catadupa. Do rol destaca-se "Be My Baby" (1963), tema que abre com a batida que se transcreve no título deste post e que já pertence ao património da pop. Tudo, talvez, porque em meados de oitentas, dois irmãos escoceses obcecados por Spector se lembraram de a usar na abertura de uma das suas canções mais memoráveis. De então para cá, o boom! boom, boom, cha! é presença numa lista interminável de canções, com especial incidência no espectro indie. A dezena que se segue, apresentada em regime countdown, é uma tentativa de top ten pessoal de canções com essa particularidade. Nesta como noutras ocasiões, a lista não pretende ser definitiva.


10. The Magnetic Fields _ "Candy" [1992]


09. Television Personalities _ "This Angry Silence" [1981]


08. Clinic _ "IPC Subeditors Dictate Our Youth" [1997]


07. Guided by Voices _ "Ha Ha Man" [1996]


06. Veronica Falls _ "Found Love In A Graveyard" [2010]


05. Girls _ "Ghost Mouth" [2009]


04. Rowland S. Howard _ "She Cried" [1999]


03. Camera Obscura _ "Eighties Fan" [2001]


02. The Walker Brothers _ "The Sun Ain't Gonna Shine (Anymore) [1966]


01. The Jesus and Mary Chain _ "Just Like Honey" [1985]

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Discos pe(r)didos #31



















THE JESUS AND MARY CHAIN
Automatic [Blanco y Negro, 1989]

À data da sua edição original, Automatic cometeu a proeza pouco louvável de alienar boa parte do público e da crítica favoráveis aos Jesus and Mary Chain, eles que tinham adquirido o estatuto de seminais com Psychocandy (1985) e já tinham visto alguns ânimos refrearem-se com o sucessor Darklands (1987). Analisado com objectividade, este terceiro disco mais não é do que o passo natural a seguir àqueles dois, ou até mesmo a súmula de ambos, com o lado eruptivo do primeiro e o controlo de impulsos do segundo. Para esta reacção algo distanciada, terão contribuído, entre outros, três factores: i) a imersão no ideário e em sonoridades de proveniência norte-americana, elementos aos quais o público europeu dito "alternativo" era então pouco receptivo; ii) o elemento sintético que advém do facto de, à excepção do tema "Gimme Hell", todas as batidas terem origem numa caixa-de-ritmos, com os irmãos Reid a encarregarem-se dos restantes instrumentos, recorrendo, inclusive, a algumas linhas de baixo sintetizadas; iii) a escolha do explosivo e neurótico "Blues From A Gun" - imagine-se o clássico "20th Century Boy", dos T. Rex dilacerado por vagas de distorção - para single promocional , à rebelia da editora que escolhera o poppy "Halfway To Crazy", provavelmente o tema mais leve dos JAMC até à data se não existisse "Drop", também aqui incluído.
Porém, o tempo - esse justiceiro - encarregar-se-ia de enquadrar devidamente Automatic, um disco conciso e unidimensional que, não só esteve na vangurada do pendor dançante assumido pelo rock de finais de oitentas, mercê do recurso às tais batidas sintéticas, como antecipou a "invasão americana" de inícios de noventas. Rico em referências a drogas e a comportamentos transgressores em geral, tão recorrentes no léxico dos JAMC, Automatic deve ser apontado, a par dos seus antecessores, como o terceiro vértice do triângulo que tão bem define esta banda deveras carismática. Do seu alinhamento, facilmente se elege um punhado de temas para figurar na antologia da obra dos manos tumultuosos originais. Oiça-se, por exemplo, o inaugural "Here Comes Alice" que, movido por um groove monstruoso, exala sensualidade vestida de negro. Ou o faiscante "Coast To Coast", que sugere o paralelismo entre a deriva na estrada e as trips derivadas de substâncias ilícitas. Ou então o contundente "UV Ray", pura diversão assistida a químicos. Ou, por fim, o galopante "Head On", declaração de amor incondicional da qual os Pixies se apoderariam para uma avassaladora versão, eventualmente superior ao original.
Por ironia do destino, o tal single difícil é a matriz do "som JAMC" adoptada por inúmeros projectos contemporâneos - sobretudo nos Estados Unidos - que fazem da distorção e da electricidade as matérias-primas de eleição. Já os temas mais leves e, portanto, desenquadrados do restante alinhamento, serviram de prenúncio a Stoned & Dethroned (1994], o semi-falhado disco "acústico" dos JAMC.


"Here Comes Alice"


"Blues From A Gun"


"Head On"

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Good cover versions #12

BRAKES
"Sometimes Always" (Rough Trade, 2005)
[Original: The Jesus and Mary Chain (1994)]

Os Brakes são uma espécie de super-grupo indie da cidade Brighton que integra, além do líder e ex-teclista dos British Sea Power, Eamon Hamilton, elementos das bandas The Electric Soft Parade e The Tenderfoot.
O primeiro disco do colectivo (Give Blood, de 2005) é um divertido conjunto de canções curtas, com um sentido de humor a roçar o sarcasmo, e no qual coabitam o punk, o country-rock, o punk-funk, e o indie-pop.
A cereja no topo do bolo é esta simpática versão do tema que assinalou a colaboração única de Hope Sandoval com a banda dos irmãos Reid.
Se no original "Sometimes Always" tem alguma da sensualidade dos duetos de Lee Hazlewood com Nancy Sinatra, na versão dos Brakes aspira apenas a ser um vitaminado número power-pop, com ligeiro travo punk. A fazer as vezes de Sandoval estão Becky e Julia Rose, duas da Pipettes. Na letra, as deixas da(s) voz(es) feminina(s) foram convenientemente alteradas para a primeira pessoa do plural. Desta feita, são duas as senhoras que imploram ao vocalista Eamon que as receba de novo nos seus braços...


sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Duetos #6

Ainda sob a influência do post de ontem, regressa esta rubrica há demasiado tempo arredada deste blogue.
O tema escolhido foi escrito por William Reid, mas cantado pelo seu irmão Jim, e por aquela que ficou conhecida como cantora dos inolvidáveis Mazzy Star. Rezam as más linguas que, à data, a moça terá conquistado o coração do autor da letra e música, o que, bem vistas as coisas, é compreensível.
Para breve, fica prometida uma simpática versão deste mesmo tema na rubrica correspondente. Até lá, deixam-se embarcar neste pequeno road movie em terras da América do Norte:

The Jesus and Mary Chain & Hope Sandoval "Sometimes Always" [blanco y negro, 1994]

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

4 horas de pensamento negativo*

Fazendo uso da sua principal faculdade, que é reeditar e/ou compilar, a editora Rhino (do grupo Warner) acaba de colocar no mercado The Power Of Negative Thinking: B-Sides & Rarities, box set de quatro discos que reúne muitos dos temas gravados pelos Jesus and Mary Chain que não se encontram nos álbuns de originais.
É certo que muitos destes temas estão reunidos em Barbed Wire Kisses (1988) e The Sound Of Speed (1993), duas compilações simples com o mesmo tipo de material. Mas não é menos certo que o material restante fará as delícias dos seguidores mais completistas da obra dos manos Reid, constituindo até um interessante filme das várias etapas da vida do grupo, já que os temas estão ordenados cronologicamente.
Ao todo são 81(!) temas, por entre outtakes, demos, versões alternativas de canções dos álbuns, e um número considerável de versões de originais de gente tão variada como Can, Beach Boys, Syd Barrett, Subway Sect, Prince, Bo Diddley, The Temptations, Leonard Cohen, 13th Floor Elevators, ou Howlin' Wolf. Há uma delas que não resisto a partilhar com o meu vasto auditório:



* Este post só foi possível - pelo menos com esta actualidade - graças ao valioso contributo do camarada Olavo, a quem gostaria de endereçar um sincero e especial agradecimento.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

R.I.P.

BO DIDDLEY
1928-2008

O rock'n'roll fica mais pobre com o desaparecimento de um dos seus maiores profetas. Em jeito de homenagem, um recuerdo de uma trupe de fiéis discípulos. Justamente, um tema que foi b-side da canção que dá nome a este blogue...

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Under the April blue skies

Abril será sempre Abril!
A todos, votos de um feriado bem passado. Pelo menos o tempo ajuda...

The Jesus and Mary Chain "April Skies" (Blanco y Negro, 1987)

quarta-feira, 4 de julho de 2007

quinta-feira, 7 de junho de 2007

NÃO SOU O ÚNICO

Pergunta de um leitor da Uncut a Jim Reid dos Jesus and Mary Chain:
How do you guys feel about bands like Black Rebel Motorcycle Club, who are clearly influenced by you?
Resposta do notável cidadão de Glasgow:
I like Black Rebel Motorcycle Club and I feel sorry for them because I don't think they sound that much like the Mary Chain that it really ought to be a talking point. Personally, I think they sound more like Spacemen 3 than the Mary Chain. They've got great songs.
Pelos vistos, já não sou o único a pensar desta forma...

terça-feira, 27 de março de 2007

JAMC @ SBSR

É oficial: os ressuscitados Jesus and Mary Chain estão confirmados no cartaz da edição deste ano do Festival Super Bock Super Rock.
O dia reservado para a actuação da banda escocesa é 4 de Julho, o mesmo em que actuam The Rapture, Maxïmo Park, LCD Soundsystem e Clap Your Hands Say Yeah.
Sendo assim, e esfumada que parece a hipótese de ver os JAMC no Alto Minho, lá terei de desembolsar € 40,00 para a Música no Coração e gramar com os putos dos Linda Martini pela enésima vez...

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

JUST LIKE HONEY...

Nos tempos que correm, as reuniões de bandas defuntas sucedem-se em catadupa. Umas mais bem sucedidas que outras, é certo. Algumas destinam-se apenas a uns quantos concertos, outras dão origem a novos discos. E agora chegou a vez dos Jesus and Mary Chain, banda responsável pelo nome deste blogue, que tinha nos irmãos Jim e William Reid uma espécie de manos Gallagher do seu tempo (no que a cenas de pugilato diz respeito). Até ao momento, o único concerto confirmado ocorrerá na edição deste ano do Festival Coachella (Califórnia, EUA) a 27 de Abril. Nesse mesmo dia, o cartaz do festival conta também com as presenças de Björk, Arctic Monkeys, Sonic Youth, Jarvis Cocker e Interpol.
Pela amostra recente de um festival em terras lusas, só nos resta esperar que esta reunião seja mais Gang of Four e menos Bauhaus, mais nervo e menos naftalina...
Não os querem trazer cá para a gente comprovar? Até vou ao Sudoeste, se for preciso...

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

O COMEÇO...

Corria o ano de 1987 quando pela primeira vez ouvi esta música tocada por uma banda de rapazes com cabelos desalinhados provenientes de Glasgow. Foi nesse dia que o teenager que eu era na altura percebeu que havia algo mais interessante do que a música que habitualmente povoava os tops. Convencionou chamar-se a essa música indie pop, ou indie rock, conforme os casos. O seu período de ouro decorreu algures entre a segunda metade da década de oitenta e a primeira da década de noventa do século passado, tendo então produzido alguns dos melhores exemplares que a música popular conheceu nos últimos 20 anos. É certo que nem todas as bandas que lhe estão conotadas foram brilhantes, sobretudo na parte da execução técnica, mas a paixão e a emoção com que o faziam eram únicas... Por alturas dos fenómenos da dance music e da britpop o "género" perdeu algum do seu fulgor, e isso reflectiu-se numa perda de destaque nos media. E é isto que este blogue agora inaugurado pretende destacar: os heróis do passado e as revelações do presente. E, num momento em que o a cena neo-postpunk começa a tornar-se uma cena neo-neo-romântica (history repeating...), o novo indie parece ganhar nova vida, como as edições dos últimos meses o atestam.
Sejam então bem vindos todos os interessados... e um grande 2007!