"Please don't think of us as an 'indie band' as it was never meant to be a genre, and anyway we are far too outward looking for that sad tag." - Stephen Pastel
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terça-feira, 2 de março de 2010

Samba no Velho Continente















Foram buscar o nome a um tema de Serge Gainsbourg mas, esteticamente, pouco ou nada têm em comum com a música carregada de erotismo do bardo gaulês. Os Sambassadeur são apenas um dos muitos representates do revisionismo twee-pop sueco em que a editora Labrador parece ter-se especializado. Acabado de editar, European é já o terceiro longa-duração de uma carreira iniciada nos alvores do novo século, que em nada se afasta do percurso anteriormente traçado, propondo mais um conjunto de canções ternas embrulhadas em sumptuosos arranjos de cordas. Há, portanto, nestas nove doses de sacarina matéria de sobra para saciar os seguidores de Camera Obscura e aparentados. Mesmo a encerrar o alinhamento, o quarteto de Gotemburgo dá mais uma prova cabal da sua aptência para a reinterpretação de canções de outrém, tal como já tinha sucedido no anterior Migrations (2007), no qual a escolha recaiu sobre um velho tema do consagrado Brian Wilson. Desta feita, a opção é bem mais obscura, por via de uma belíssima versão de "Small Parade", não menos belo original do ex-Guided by Voices Tobin Sprout.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

SAMBA NÓRDICO

Praticantes de um twee pop afilhado das all-girl bands da década de 1960, estes Sambassadeur, com passos curtos mas seguros, vão aos poucos marcando pontos fora da Suécia natal. O motivo desta crescente exposição além-fronteiras é Migration, o segundo álbum editado pela Labrador em finais do ano passado.
As afinidades vocais de Anna Persson com Sarah Cracknell, a elegantíssima vocalista dos Saint Ettiene, chegam a ser assustadoras. Oiçam e comparem.

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