"Please don't think of us as an 'indie band' as it was never meant to be a genre, and anyway we are far too outward looking for that sad tag." - Stephen Pastel
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sábado, 5 de abril de 2014

Load up on guns


Foto: Charles Peterson

Hoje, dia 5 de Abril de 2014, data precisa dos vinte anos passados desde a morte de Kurt Cobain, seria uma data simbólica para suspender definitivamente as actividades neste tasco, já de si progressivamente mais irregulares pela escassez de tempo do seu timoneiro. Foi algo que ponderei, confesso, mas uma réstia de entusiasmo, somada do respeito pela meia dúzia (se tanto) de visitantes habituais, dá-me alento para continuar. 

A continuidade fica também a dever-se à memória de Kurt Cobain, seguramente o último grande ícone gerado no velho universo da música popular, tal como o conhecíamos e do qual já temos saudades. Nos dias que correm, como um diz um grande amigo, já se precisava um novo Cobain para sacudir o estado de coisas. Duvido seriamente que apareça, neste tempo do consumo de música como forma de seguidismo gregário, do micro-fenómeno incompreensível com prazo de validade de umas semanas, da intoxicação pelo excesso de oferta, da clonagem descarada e apresentada como a oitava maravilha, da falta de aprofundamento do que quer que seja. Estou praticamente certo de que em nada o April Skies contribuirá para o surgimento desse novo "messias", mas desta parte poderão continuar a contar, com a regularidade possível, com o reconhecimento daqueles que são ofuscados pela carneirada da mediocridade, bem como com a denúncia dos clones de hoje, que surripiam o passado e o vendem como produto novo. Faço-o por tudo aquilo que Kurt Cobain representa para todos aqueles que ainda vêm na música algo mais que elemento comum com o rebanho. E também porque ainda tenha uma ténue esperança de que haja salvação para a música pop/rock.

Portanto, e já que estamos na Primavera, vamos acreditar que hoje é dia de reflorescimento neste blogue.

 
Nirvana - "In Bloom" [Geffen, 1992]

sábado, 28 de dezembro de 2013

Mil imagens #45


Ainda sob o efeito da quadra...

Kurt Cobain & Kim Deal - Seattle, 1993
[Foto: Steve Gullick]

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Mil imagens #10

Kurt Cobain - Springfield, 1993
[Foto: Steve Gullick]

Voltamos hoje ao trabalho do britânico Steve Gullick, tido por estes bandas como o melhor fotógrafo rock da actualidade, aquele que um dia confessou que a sua vida mudou na hora em que viu os Mudhoney em palco pela primeira vez. Talvez por isso, em inícios de 1991, Everett True o tenha convidado a rumar a Seattle, onde este se encontrava para dar cobertura do fervilhar musical daquela cidade, na eminência de mudar irreversivelmente o rumo da música rock. Gullick ficou pelo noroeste norte-americano até à morte de Kurt Cobain, e o consequente fim dos Nirvana, banda que justamente adjectiva como uma das melhores de sempre. Da estreita ligação que estabeleceu com os Nirvana, e que permitiu a captação de imagens de relaxamento pré-palco como este, saiu uma vasto trabalho que, de certa forma, ajudou a compor a imagem de Cobain que passou para os media e destes para o público. Dos boatos, das intrigas, das histórias forjadas, e de mitos, Gullick diz não querer saber. Afirma preferir guardar a memória de Kurt Cobain como um ávido consumidor de música, um músico excepcional e, sobretudo, um tipo porreiraço. Da sessão que gerou a imagem acima, diz nunca lhe ter sido paga e que isso pouco ou nada o aborrece.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Do they knew that was xmas?


Com os votos de um Feliz Natal a toda navegação, deixo-vos com um dos temas musicados mais insólitos dos muitos dedicados a esta quadra. A responsabilidade é de uma dupla de improváveis:




Wiliam S. Burroughs & Kurt Cobain
"The 'Priest' They Called Him"

[Tim/Kerr, 1993]

domingo, 5 de abril de 2009

quinta-feira, 5 de abril de 2007

13 ANOS DEPOIS


"I HATE MYSELF AND I WANT TO DIE"
(Foto: Anton Corbijn)

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

TEEN SPIRIT vs. TERNURA DOS QUARENTA

Se fosse vivo, Kurt Cobain teria completado ontem quarenta anos.
Sempre que ocorre uma efeméride alusiva ao maior ícone pop dos últimos vinte anos, a questão que me coloco é sempre a mesma: como seria se aquele fatídico dia 5 de Abril de 1994 nunca tivesse acontecido?
Quando hoje olhamos para Dave Grohl, que tão bem tem sabido rentabilizar os poucos anos de contacto com o mártir, a possível resposta assusta.
Mas não creio que fosse essa a via a seguir. But, who knows?