Chamam-se The Morning Benders e são um quarteto indie-pop oriundo da pequena cidade universitária de Berkeley, na Califórnia. Há dois anos, estrearam-se com o longa-duração Talking Through Tin Cans, motivo de elogios por parte da crítica e de indiferença por parte do público. Tenho de confessar que sou um daqueles a quem esse disco passou ao lado, algo que não terá sucedido com os executivos da sucursal norte-americana da Rough Trade que, amanhã mesmo, fará chegar às lojas o sucessor. Com a aproximação desta data, tenho detectado nos diversos canais disponíveis por essa blogosfera um buzz crescente em torno da banda, algo que me aguçou a curiosidade. Daí que Big Echo conte já com um dois ou três pares de audições (ver abaixo) atentas por parte deste que vos escreve. Num primeiro contacto, estas canções apenas aparentemente simples remetem para o neo-psicadelismo happy/sad multicolorido que deu fama aos Shins. Igualmente imediata é a detecção de afinidades com a faceta mais luminosa desenvolvida recentemente pelos Grizzly Bear. Apenas a espaços, de forma mais dissimulada, há também parentescos com a pop barroca, quase progressiva, de alguns dos projectos ligados ao colectivo Elephant 6, mormente dos saudosos Olivia Tremor Control. Esta aposta no trunfo da familiaridade, que não significa necessariamente falta de inventidade, leva-me a apontar os Morning Benders que um dos mais sérios candidatos a "pequeno fenómeno" do ano corrente. Am I wrong?
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segunda-feira, 8 de março de 2010
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