...mas depois conto como foi.
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segunda-feira, 26 de maio de 2014
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Mixtape #18: Demons Sing Love Songs
Como já é hábito nesta altura do ano, o April Skies faz uma pequena pausa para férias. Se também for esse o vosso caso, espero que façam tudo é que normal fazer-se nas férias e também, porque não, aproveitem o tempo disponível para explorar "outras músicas". Eu deixo-vos algumas dicas com esta compilação de 18 faixas extraídas de outros tantos álbuns que, em meu entender, mereciam mais do que a adoração de meia dúzia de curiosos. A década abrangida é a que vai de 2001 a 2010, mas outras se seguirão, fica prometido.
01. DESOLATION WILDERNESS - "Come Over In Your Silver Car" (White Light Strobing, 2008)
02. THE CLIENTELE - "Since K Got Over Me" (Strange Geometry, 2005)
03. CLEARLAKE - "Wonder If The Snow Will Settle" (Cedars, 2003)
04. TAP TAP - "100,000 Thoughts" (Lanzafame, 2006)
05. MAZARIN - "The New American Apathy" (We're Already There, 2005)
06. NEVEREVER - "Blue Genes" (Angelic Swells, 2010)
07. ALLO DARLIN' - "If Loneliness Was Art" (Allo Darlin', 2010)
08. COMET GAIN - "Don't Fall In Love If You Want To Die In Peace" (Réalistes, 2002)
09. THE FRESH & ONLYS - "Summer Of Love" (Play It Strange, 2010)
10. THE PHANTOM BAND - "Folk Song Oblivion" (Checkmate Savage, 2009)
11. CYMBALS EAT GUITARS - "And The Hazy Sea" (Why There Are Mountains, 2009)
12. UNWOND - "Demons Sing Love Songs" (Leaves Turn Inside You, 2001)
13. GRAVENHURST - "Hollow Men" (The Western Lands, 2007)
14. WEEKEND - "Coma Summer" (Sports, 2010)
15. PARTS & LABOR - "Fractured Skies" (Mapmaker, 2007)
16. THE PONYS - "Double Vision" (Turn The Lights Out, 2007)
17. ERASE ERRATA - "Tongue Tied" (Other Animals, 2001)
18. LIFE WITHOUT BUILDINGS - "Sorrow" (Any Other City, 2001)
sábado, 6 de agosto de 2011
Mixtape #12 - Metal Babies & Kitty Cats
Há muito, muito tempo, antes da experimentação dos discos das "fase crescida", os Beatles faziam canções assumidamente pop, que não pretendiam levar-se demasiado a sério. Anos mais tarde, na década de 1970, inspirados por essa inocência, e também pela de contemporâneos como The Kinks e The Who, um grupo de jovens músicos desenvolveu uma linguagem musical que captava esse espírito juvenil, abordando quase invariavelmente temas tão mundanos como festas, carros, ou miúdas. Ou seja, os princípios genuínos do rock'n'roll. Essa corrente extremamente melódica ficou conhecida como power-pop, e integrava bandas como Badfinger, The Nazz, Cheap Trick, Raspberries, ou os geniais Big Star. Nas três décadas seguintes, e até ao presente, embora mais esporadicamente, a descendência dos originais power-poppers tem-se feito ouvir, sobretudo nos Estados Unidos mas também um pouco por outros pontos do globo. É nesta segunda vaga que se centra a escolha dos dezasseis temas da compilação infra, com os ingredientes adequados às férias do April Skies que agora se iniciam. E pode também colorir as vossas, caso a reclamem no link indicado antes do alinhamento. Antes da despedida e do download, deixo um sério aviso: contém melodias guitarrísticas e coros grudantes em doses que podem ser contra-indicadas ao "urbano-depressivo" mais circunspecto.
01. NADA SURF _ "Blankest Year" [2005]
02. MATTHEW SWEET _ "Girlfriend" [1991]
03. THE dB's _ "Neverland" [1982]
04. SUPERCHUNK _ "Crossed Wires" [2009]
05. WEEZER _ "Buddy Holly" [1994]
06. SMUDGE _ "Desmond" [1994]
07. THE LEMONHEADS _ "Confetti" [1992]
08. LET'S ACTIVE _ "Easy Does" [1984]
09. THE SMITHEREENS _ "Hand Of Glory" [1986]
10. TEENAGE FANCLUB _ "Metal Baby" [1991]
11. BANGLES _ "Going Down To Liverpool" [1985]
12. THE MICE _ "Bye Bye Kitty Cat" [1986]
13. SLOAN _ "G Turns To D" [1996]
14. SUPERDRAG _ "Destination Ursa Major" [1996]
15. THE POSIES _ "Golden Blunders" [1990]
16. VELVET CRUSH _ "Drive Me Down" [1991]
terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Primavera en el Otoño
Em Madrid, de quarta a domingo com...
Beach Fossils » DJ Coco » Eat Skull » Edwyn Collins » Frankie Rose & The Outs » Ganglians » Holy Fuck » Jaill » The Jim Jones Revue » John Grant » Josephine Foster & The Victor Herrero Band » Lou Barlow » Male Bonding » Tamaryn » Teenage Fanclub » Twin Sister » Wavves » Wild Nothing » Zola Jesus » e mais uns quantos...
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Mixtape #5: Postcards From Paradise
Como já vem sendo hábito por esta altura do ano, o April Skies fecha portas para um curto mas merecido período de férias. Antes da partida, não queria deixar de presentear a meia dúzia de gatos-pingados que ainda faz questão de passar cá pelo tasco com mais uma singela compilação da minha lavra. Desta feita seleccionei 18 temas vindos do outro lado do mundo, mais concretamente da Nova Zelândia, com a particularidade de todos eles pertencerem ao catálogo da Flying Nun Records, a editora que desde há três décadas faz chegar a música daquele país das antípodas aos quatro cantos do planeta. Do lo-fi dos Tall Dwarfs à perfeição pop dos The Chills, da abrasão rock dos Gordons à pop celestial dos Dead Famous People, há toda uma panóplia de estilos e estéticas para agradar ao gosto de distintos tipos de melómanos.
E porquê a Nova Zelândia, perguntam-me. Bem os motivos são dois. O primeiro é porque, como não me canso de dizer, este é o país com mais bandas interessantes por habitante em todo o mundo, embora ameaçado de perto pela Escócia. O outro motivo é que este é o destino que ainda ambiciono para umas férias como deve ser. Para cumprir tal desejo, já só me falta pôr de parte o dinheiro necessário a tal investimento e ganhar coragem para viagens que atravessam doze fusos horários. Por ora, rumo ao extremo nordeste deste nosso rectângulo. Inté!
- BAILTER SPACE _ "Glass" (1988)
- TALL DWARFS _ "Nothing's Going To Happen" (1981)
- THE DEAD C _ "Scarey Nest" (1990)
- THE MINT CHICKS _ "Crazy? Yes! Dumb? No!" (2006)
- STRAITJACKET FITS _ "Hail" (1988)
- THE CHILLS _ "Pink Frost" (1984)
- LOOK BLUE GO PURPLE _ "Cactus Cat" (1986)
- SHOCKING PINKS _ "Emily" (2007)
- THE JEAN-PAUL SARTRE EXPERIENCE _ "Elemental" (1989)
- BETCHADUPA _ "Spill The Light" (2000)
- THE BATS _ "North By North" (1987)
- DEAD FAMOUS PEOPLE _ "Postcard From Paradise" (1989)
- THE VERLAINES _ "Death And The Maiden" (1983)
- GARAGELAND _ "What Will You Do?" (1999)
- THE CELAN _ "Beatnik" (1982)
- THE 3Ds _ "Fish Tails" (1990)
- THE GORDONS _ "Future Shock" (1980)
- CHRIS KNOX _ "Meat" (1990)
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
domingo, 20 de dezembro de 2009
Ao vivo #43


Fotos: mrpunch; Juan The Fly Factory
San Miguel Primavera Club '09 @ Madrid, 09-13/12/2009
Em eventos deste tipo, em que a oferta é muita, há sempre o risco das sobreposições. Desta vez, e a muito custo, calhou a Kurt Vile e aos Woods serem preteridos. Para consolo, uma boa parte da restante oferta musical, acrescida da sobredose de arte que Madrid tem para oferecer a quem a visita, deu para suprir a falta. Em traços largos, o relato da aventura madrilena:
The Ladybug Transistor Pese embora ter uma carreira com mais de dez anos, e de ter estado ligado ao colectivo Elephant 6, desconhecia em absoluto este combo norte-americano. Do que vi e ouvi, ficou uma sensação de agrado moderado em relação à pop melancólica para dias de chuva com reminiscências de Felt e The Clientele. Fica também na memória o esforço do vocalista em reproduzir aquele sotaque cockney tão apropriado à ocasião.
Little Joy E se, por hipótese, no lugar dos Television, os Beach Boys tivessem constituído a dieta musical da adolescência dos Strokes? O resultado poderiam ser estes Little Joy, praticantes de uma pop soalheira, positiva, pacata, e relativamente agradável. Acresce que o vocalista Rodrigo Amarante tem um timbre rouco em tudo semelhante ao de Julian Casablancas. Quanto a Frabrizio Moretti, assume com discrição o papel de guitarrista, aparentemente a aproveitar da melhor forma o longo interregno da sua banda principal.
Devendra Banhart & The Grogs Em tempos um prodígio freak folk, Devendra mantém-se um freak. Porém, a faceta folk foi substituída pela propensão para o rock setenteiro, citando os Stones no começo, e os menos recomendáveis Deep Purple mais para o final. Nos discursos desconcertantes, consegue, de uma só vez, ser aborrecido, mariquinhas, e imperceptível. Depois do final, a penosa experiência foi compensada pelas criteriosas escolhas do DJ de serviço, com "My Favourite Dress" dos Wedding Present a ser recebida num misto de euforia e estupefacção.
Cymbals Eat Guitars Mais jovens do que os imaginava, estes quatro rapazes foram capazes de criar momentos de forte tensão emocional na exiguidade da sala Nasti, ao ponto de provocar arrepios, como foi o caso. Inicialmente surpreendido pelo esbanjamento do maior trunfo com o fabuloso "And The Hazy Sea" logo na abertura, cedo compreendi que as exigências vocais deste tema o tornariam impraticável numa fase mais avançada, com a voz do vocalista nitidamente a pedir descanso. A entrega do moço é tal que, ao fim de cinco minutos, o suor escorre em abundância. Intenso e impressionante são termos que só pecam por defeito.
A Place to Bury Strangers Ao começo, envoltos numa densa nuvem de fumo que apenas permite discernir três silhuetas no palco, parecem não fazer jus à fama que os precede - the loudest band in NY. Atempadamente corrigidos os problemas de adaptação à acústica da sala Caracol, somos irremediavelmente engolidos no turbilhão de distorção e negrume. Os temas mais fortes dos dois discos com que contam no currículo sucedem-se, irrepreensíveis e perante a inexplicável apatia do público madrileno. Para o final, já dissipado o nevoeiro, é possível vislumbrar estes três cavaleiros do Apocalipse a executar um extenso número de deriva sónica capaz de tocar o lado mais obscuro de cada um de nós.
Cass McCombs Esqueçam a intensidade melancólica e a riqueza dos arranjos que conhecem dos discos. Em palco, Cass McCombs desfila um lote de temas indistintos dentro do pop-rock americanizado mais banal. Nem a assumida bebedeira da véspera lhe serve de desculpa.
Sr. Chinarro Com tão boas bandas no panorama indie espanhol, torna-se incompreensível a escolha desta espécie de David Fonseca - desmazelado e menos convencido - andaluz para o cartaz do PC'09. Entediante é dizer pouco...
The Black Heart Procesion Do pouco que vi, nada detectei do elemento latino que percorre a obra deste colectivo californiano que poderia fazer transportar-se numa carrinha funerária. Assim, as canções, debitadas com postura austera, realçam o seu romantismo negro, quase críptico.
Neon Indian Mais um rapazola - de melena encaracolada, para que conste - e sua banda a tentar reciclar o lixo synthpop que encontraram na colecção de discos dos pais. Se as canções podem satisfazer os saudosistas deste circo, já os interlúdios pretensamente experimentais não passam de mero exercício de vaidade sem qualquer nexo.
Beach House Apesar do esforço da dupla nuclear dos Beach House em proporcionar as atmosferas idílicas dos discos, as tentativas esbarram na voz arruinada de Victoria Legrand. Ficou-lhe bem pedir desculpa e agradecer por este ser o último concerto da tournée.
The Pastels Com o aproximar da hora do concerto, e em crescendo de ansiedade, apostava-se numa espécie de best of. Em vez disso, os Pastels optaram por um alinhamento centrado no lado mais bucólico e cinemático da sua obra recente, em perfeita sintonia com as belas imagens nostálgicas projectadas. A inclusão de uma trompetista e de um flautista ajudam na criação de uma atmosfera refinada. A única concessão ao passado longínquo foi o final apoteótico com "Baby Honey". Embora não tenha sido o concerto mais desejado, não há palavras para descrever o que é estar, pela primeira vez, a escassa meia dúzia de metros do guru Stephen McRobbie a.k.a. Pastel. Ainda para mais coadjuvado, no baixo, por Gerard Love, dos adorados Teenage Fanclub...
HEALTH Inexplicavelmente, a vertigem e imponência noise casam na perfeição com a suavidade da voz, provocando delírios de dança neurótica. E é tudo quanto tenho a dizer, pois com os HEALTH trata-se essencilamente de sentir.
School of Seven Bells Duas meninas, irmãs gémeas e com carinha de bonecas, um menino com corte de cabelo a régua e esquadro. Querem, ao mesmo tempo, ser os My Bloody Valentine, os Cocteau Twins, e as Miranda Sex Garden. Porém, não passam de um pastiche arraçado de new age para entreter saudosistas equivocados. Com imagens pretensamente psicadélicas sacadas ao ideário oriental incluídas.
The Ladybug Transistor Pese embora ter uma carreira com mais de dez anos, e de ter estado ligado ao colectivo Elephant 6, desconhecia em absoluto este combo norte-americano. Do que vi e ouvi, ficou uma sensação de agrado moderado em relação à pop melancólica para dias de chuva com reminiscências de Felt e The Clientele. Fica também na memória o esforço do vocalista em reproduzir aquele sotaque cockney tão apropriado à ocasião.
Little Joy E se, por hipótese, no lugar dos Television, os Beach Boys tivessem constituído a dieta musical da adolescência dos Strokes? O resultado poderiam ser estes Little Joy, praticantes de uma pop soalheira, positiva, pacata, e relativamente agradável. Acresce que o vocalista Rodrigo Amarante tem um timbre rouco em tudo semelhante ao de Julian Casablancas. Quanto a Frabrizio Moretti, assume com discrição o papel de guitarrista, aparentemente a aproveitar da melhor forma o longo interregno da sua banda principal.
Devendra Banhart & The Grogs Em tempos um prodígio freak folk, Devendra mantém-se um freak. Porém, a faceta folk foi substituída pela propensão para o rock setenteiro, citando os Stones no começo, e os menos recomendáveis Deep Purple mais para o final. Nos discursos desconcertantes, consegue, de uma só vez, ser aborrecido, mariquinhas, e imperceptível. Depois do final, a penosa experiência foi compensada pelas criteriosas escolhas do DJ de serviço, com "My Favourite Dress" dos Wedding Present a ser recebida num misto de euforia e estupefacção.
Cymbals Eat Guitars Mais jovens do que os imaginava, estes quatro rapazes foram capazes de criar momentos de forte tensão emocional na exiguidade da sala Nasti, ao ponto de provocar arrepios, como foi o caso. Inicialmente surpreendido pelo esbanjamento do maior trunfo com o fabuloso "And The Hazy Sea" logo na abertura, cedo compreendi que as exigências vocais deste tema o tornariam impraticável numa fase mais avançada, com a voz do vocalista nitidamente a pedir descanso. A entrega do moço é tal que, ao fim de cinco minutos, o suor escorre em abundância. Intenso e impressionante são termos que só pecam por defeito.
A Place to Bury Strangers Ao começo, envoltos numa densa nuvem de fumo que apenas permite discernir três silhuetas no palco, parecem não fazer jus à fama que os precede - the loudest band in NY. Atempadamente corrigidos os problemas de adaptação à acústica da sala Caracol, somos irremediavelmente engolidos no turbilhão de distorção e negrume. Os temas mais fortes dos dois discos com que contam no currículo sucedem-se, irrepreensíveis e perante a inexplicável apatia do público madrileno. Para o final, já dissipado o nevoeiro, é possível vislumbrar estes três cavaleiros do Apocalipse a executar um extenso número de deriva sónica capaz de tocar o lado mais obscuro de cada um de nós.
Cass McCombs Esqueçam a intensidade melancólica e a riqueza dos arranjos que conhecem dos discos. Em palco, Cass McCombs desfila um lote de temas indistintos dentro do pop-rock americanizado mais banal. Nem a assumida bebedeira da véspera lhe serve de desculpa.
Sr. Chinarro Com tão boas bandas no panorama indie espanhol, torna-se incompreensível a escolha desta espécie de David Fonseca - desmazelado e menos convencido - andaluz para o cartaz do PC'09. Entediante é dizer pouco...
The Black Heart Procesion Do pouco que vi, nada detectei do elemento latino que percorre a obra deste colectivo californiano que poderia fazer transportar-se numa carrinha funerária. Assim, as canções, debitadas com postura austera, realçam o seu romantismo negro, quase críptico.
Neon Indian Mais um rapazola - de melena encaracolada, para que conste - e sua banda a tentar reciclar o lixo synthpop que encontraram na colecção de discos dos pais. Se as canções podem satisfazer os saudosistas deste circo, já os interlúdios pretensamente experimentais não passam de mero exercício de vaidade sem qualquer nexo.
Beach House Apesar do esforço da dupla nuclear dos Beach House em proporcionar as atmosferas idílicas dos discos, as tentativas esbarram na voz arruinada de Victoria Legrand. Ficou-lhe bem pedir desculpa e agradecer por este ser o último concerto da tournée.
The Pastels Com o aproximar da hora do concerto, e em crescendo de ansiedade, apostava-se numa espécie de best of. Em vez disso, os Pastels optaram por um alinhamento centrado no lado mais bucólico e cinemático da sua obra recente, em perfeita sintonia com as belas imagens nostálgicas projectadas. A inclusão de uma trompetista e de um flautista ajudam na criação de uma atmosfera refinada. A única concessão ao passado longínquo foi o final apoteótico com "Baby Honey". Embora não tenha sido o concerto mais desejado, não há palavras para descrever o que é estar, pela primeira vez, a escassa meia dúzia de metros do guru Stephen McRobbie a.k.a. Pastel. Ainda para mais coadjuvado, no baixo, por Gerard Love, dos adorados Teenage Fanclub...
HEALTH Inexplicavelmente, a vertigem e imponência noise casam na perfeição com a suavidade da voz, provocando delírios de dança neurótica. E é tudo quanto tenho a dizer, pois com os HEALTH trata-se essencilamente de sentir.
School of Seven Bells Duas meninas, irmãs gémeas e com carinha de bonecas, um menino com corte de cabelo a régua e esquadro. Querem, ao mesmo tempo, ser os My Bloody Valentine, os Cocteau Twins, e as Miranda Sex Garden. Porém, não passam de um pastiche arraçado de new age para entreter saudosistas equivocados. Com imagens pretensamente psicadélicas sacadas ao ideário oriental incluídas.
TOP 5
- A PLACE TO BURY STRANGERS
- HEALTH
- THE PASTELS
- CYMBALS EAT GUITARS
- LITTLE JOY
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Me voy a Madrid!
Mini-férias na capital espanhola com:

A Place To Bury Strangers . Beach House . The Black Heart Procession . Cass McCombs . Cymbals Eat Guitars . David Holmes . Devendra Banhart . HEALTH . Jeffrey Lewis & The Junkyard . Kid Congo & The Pink Monkey Birds . Kurt Vile & The Violators . Marissa Nadler . The Pastels . Port O'Brien . School Of Seven Bells . Scout Niblett . The Soundtrack Of Our Lives . Sr. Chinarro . Ted Leo & The Pharmacists . Woods . e mais uns quantos!
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Lost in the woods

Por motivo de férias da gerência, o tasco estará encerrado nas próximas três semanas. Na bagagem, entre outros, segue o novo disco dos norte-americanos Woods, uma recomendação do camarada Pedro, um rapaz que posta pouco mas sempre bem. Songs Of Shame é já o quarto álbum deste colectivo, e é também um portento lo-fi com arremedos de folk esquizóide. Numa descrição algo simplista, diria tratar-se do resultado de um hipotético encontro entre Neil Young e os Galaxie 500 em delírio induzido pela ingestão de ácidos. Dos onze temas, destaca-se uma belíssima versão de "Military Madness", hino anti-belicista da autoria de Graham Nash.
E agora, resta-me desejar ao vasto auditório umas excelentes férias, ou a continuação de um bom trabalho. Qualquer que seja o caso, que seja na companhia de boa música. Hasta!
http://www.myspace.com/woodsfamilyband
E agora, resta-me desejar ao vasto auditório umas excelentes férias, ou a continuação de um bom trabalho. Qualquer que seja o caso, que seja na companhia de boa música. Hasta!
http://www.myspace.com/woodsfamilyband
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Adeus, e até ao meu regresso...
À hora que este post for publicado, estarei a sobrevoar a Península rumo à capital da Catalunha, cidade onde ontem se viveram momentos de uma alegria da qual partilho. No regresso, trarei certamente muito que contar da longa maratona de concertos que me espera. Inté!
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sexta-feira, 15 de agosto de 2008
We're on vacation
Nas próximas semanas, este estabelecimento estará encerrado para descanso do pessoal. A todos os sócios e simpatizantes, a gerência deseja umas excelentes férias ou um bom regresso à labuta, consoante aplicável. Até ao meu regresso, em inícios de Setembro, façam tudo por ter um Verão Construtivo!
The Hold Steady "Constructive Summer" [Live @ Don't Look Down, NYC]
© 2008 Pitchfork Media Inc.
sábado, 11 de agosto de 2007
O DESCANSO DO GUERREIRO
A partir de hoje, e até final do corrente mês, este estabelecimento fecha para férias. A todos os clientes, a gerência deixa os votos de umas férias em grande.
Durante este período há muito ansiado, entre outras coisas, haverá passagem por aqui:
Durante este período há muito ansiado, entre outras coisas, haverá passagem por aqui:

P.S.: Lembro a todos os visitantes deste blogue que, durante a minha ausência, continuo a aguardar o vosso contributo para a eleição dos dez mais dos fab four de Manchester. Digam lá de vossa justiça!
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